Massacre em Carrancas

Em uma fazenda do interior mineiro, escravos se rebelam e se vingam dos senhores com brutalidade. O episódio iria mudar as leis do país.
Marcos Ferreira de Andrade
marcos.andrade@pq.cnpq.br

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“The Cocoon of Dread”, gravura de 1831 referente à Revolta de Nat Turner, rebelião escrava ocorrida na Virgínia.

 

O dia começava cedo para os escravos da fazenda Campo Alegre, com um ritmo intenso de trabalho. Como de costume, na parte da manhã, antes mesmo do sol raiar, eles já tinham tirado leite, alimentado os bois, as vacas e os cavalos. Do meio dia em diante trabalhavam na roça, cuidando das lavouras de milho, feijão, arroz, fumo, etc. Muitos desses escravos vieram de diferentes regiões da África, depois de fazerem a dolorosa travessia nos navios negreiros e de serem desembarcados no porto do Rio de Janeiro. Outros tantos, descendentes de africanos, haviam nascidos no Brasil. A adaptação, a sobrevivência em terra estranha, o trabalho pesado, a perda dos laços familiares e culturais exigiam força e determinação para reconstruir uma nova vida, dentro das condições possíveis impostas pelo cativeiro. Muitos conseguiram estabelecer novos laços familiares, preservar alguns aspectos de sua cultura, mesmo sob a vigília constante do feitor e do senhor.

 

As fazendas Campo Alegre e Bela Cruz na província de Minas Gerais onde esses escravos viviam faziam parte de uma grande extensão de terra concedida pela Coroa a João Francisco, português de São Simão da Junqueira. Este chegou na comarca do Rio das Mortes por volta de 1750 e deixou numerosa descendência, dando início à saga de uma grande família do sudeste mineiro, detentora de vastas propriedades e escravaria. Na terceira década do século XIX, as propriedades de seus filhos estavam entre as melhores e as mais bem equipadas, com grande escravaria para os padrões da época (entre 30 e até mais de 100 cativos), centenas de cabeças de gado, cavalos e porcos e vendiam grande parte de sua produção na Corte. A importância socioeconômica da família também se refletiu no campo da política, pois um de seus membros, Gabriel Francisco Junqueira, tornou-se deputado geral da província de Minas por várias legislaturas seguidas ao longo da década de 1830.

 

Para os escravos parecia que as coisas não tinham mudado muito, ou ao contrário. O vaivém de tropas entre Minas e Rio de Janeiro e o desenvolvimento das propriedades só fez aumentar o ritmo de trabalho. Era mais gado para cuidar, mais roças para plantar e os parcos recursos existentes para os escravos se tornavam mais disputados, pois o número de cativos também crescia, exigência quase que natural para tocar os negócios das fazendas. Alguns deles exerciam a atividade de tropeiro e estabeleciam contato frequente com a Corte. Com isso ficavam sabendo, a seu modo, dos últimos acontecimentos do período das Regências, dos conflitos entre brasileiros e lusitanos e dos significados da liberdade, além de se tornarem responsáveis, não só pelo transporte de mercadorias, mas também de notícias.

 

A tarde do dia 13 de maio de 1833 seria fatídica e traçaria um novo rumo para alguns escravos das fazendas da família Junqueira. A fazenda Campo Alegre estava sob a responsabilidade do filho do deputado, Gabriel Francisco de Andrade Junqueira, que, na ausência do pai, conduzia todos negócios da fazenda, além de supervisionar o trabalho dos escravos. Naquele dia, seu pai se encontrava na Corte, cuidando de suas funções no parlamento nacional. Antes do meio-dia, como de costume, foi até a roça fiscalizar o trabalho de seus escravos. Como sempre fazia, solicitou a um cativo da casa que arriasse o seu cavalo, montou-o e seguiu em direção à roça. Ao chegar, nada percebeu de estranho e, como sempre, encontrou os escravos preparando a terra, cuidando das lavouras de milho e feijão, dentre outras. A tranquilidade era apenas aparente. Sem condições de oferecer nenhuma reação, ainda montado em seu cavalo, Gabriel Francisco foi surpreendido por Ventura Mina, que o retirou à força de cima do animal, e, juntamente, com Julião e Domingos, deram-lhe várias porretadas na cabeça, levando-o à morte alguns instantes depois.

 

Naquele instante, alguns dos escravos que estavam trabalhando na roça formaram um grupo e seguiram em direção à sede da fazenda Campo Alegre, todos liderados por Ventura Mina. Além de Julião e Domingos, o grupo agora era bem maior e contava com a participação de Antônio Resende, João, cabundá, André, crioulo, e José, mina, dentre outros. Só não atacaram a sede da fazenda porque um escravo, de nome Francisco, havia saído às pressas em direção à sede da fazenda, montado a cavalo, e avisou aos outros familiares do deputado o que havia acontecido na roça. Os escravos chegaram até ao terreiro da fazenda, mas perceberam que ela estava guarnecida por capitães do mato. Os insurgentes, então, “arrepiaram a carreira tomando a direção da fazenda Bela Cruz”.

 

Ali se passou o momento mais dramático da revolta, onde os escravos assassinaram todos os brancos ali existentes. Depois de deixarem a fazenda Campo Alegre, os escravos, liderados por Ventura Mina, seguiram para a fazenda Bela Cruz que ficava, aproximadamente, uma légua de distância da de Campo Alegre. Ao chegarem na roça da Bela Cruz, os insurgentes relataram aos outros escravos o que ocorrera em Campo Alegre, convocando-os a fazer o mesmo com os brancos dali. A partir daquele momento o grupo se ampliara bastante, ultrapassando o número de 30 cativos, que logo se dirigiu à sede da fazenda.

 

Os escravos invadiram a casa grande, investindo diretamente contra José Francisco Junqueira, sua mulher, Antônia Maria de Jesus, que se recolheram rapidamente e se trancaram num quarto. Mas nem por isso escaparam da violência dos cativos. O escravo Antônio Retireiro buscou um machado e o “entregou a Manoel das Vacas o que ficou trabalhando para arrombar a porta, enquanto aquele (…) trouxe uma pistola carregada saltando o muro, e foi arrombar a outra porta de trás”. Depois de arrombarem a porta do quarto, Antônio Retireiro, com a arma que tinha na mão, disparou na face de seu senhor, ficando mortalmente ferido e “ainda teve que sofrer muitos maiores tormentos, com sua mulher, filha e neta, os quais foram todos massacrados com inaudita crueldade dentro daquele quarto a olho de machado, tendo parte nesta incrível matança todos os escravos vindos de Campo Alegre (…) e grande parte dos da Bela Cruz”. No auto de corpo de delito consta que a mulher de José Francisco Junqueira, além de apresentar ferimentos no rosto, couro cabeludo e grande efusão de sangue, cujas feridas foram feitas com instrumentos cortantes, também se encontrava bastante ensanguentada da cintura para baixo, causando certo constrangimento às testemunhas, impedindo que dessem prosseguimento ao exame.

 

Ana Cândida da Costa, viúva de Francisco José Junqueira e duas crianças seriam as próximas vítimas dos escravos. Esta foi morta a golpes de foice e cacetadas no quintal da dita fazenda pelos escravos Sebastião, Pedro Congo, Manoel Joaquim e Bernardo. O estado em que foi encontrada era lastimável, pois sua cabeça e rosto estavam irreconhecíveis e não se achava “unida ao corpo”. Já o menino José “foi morto pelo crioulo Andre, e o mesmo Pedro Congo e Manoel Joaquim, a menina Antonia (…) foi morta pelo Manoel das Caldas, Sebastião e Bernardo, e a criança de peito (…) foi morta pelo crioulo Quintiliano que a mandou lançar pelo Euzébio no cubo do Moinho”.

 

Os escravos utilizaram-se de instrumentos de trabalho – paus, foices e machados – e mesmo armas de fogo para cometer os assassinatos nas duas fazendas. A crueldade com que foram executadas as mortes, relatadas com detalhes no auto de corpo de delito, certamente contribuiu para extremar o pavor em relação às insurreições escravas, reforçar os mecanismos de controle e repressão e revelar o caráter aterrador da violência coletiva em si. Dona Emiliana Francisca Junqueira, por exemplo, “se achava com um grande golpe na cabeça pela parte de trás e logo acima na nuca que lhe tinha separado a maior parte do crânio, além de muitas outras feridas que tinha no rosto e que todas mostravam ser feitas com instrumentos cortantes”.

 

Os escravos estavam determinados a exterminar todos os brancos daquela propriedade, tanto que parte deles permaneceu na Bela Cruz e preparou uma emboscada para também assassinar o genro de José Francisco, Manoel José da Costa, mandando avisá-lo “do sucesso ali acontecido, e que todos tinham já partido para o Jardim e acudindo ele a casa sem refletir no engano assim que foi entrando pela porteira saíram os que estavam de emboscada, e o mataram com paus”. O mesmo estava na fazenda Campo Alegre, quando foi assassinado o filho do deputado. Alguns escravos ficaram atrás da senzala, outros, atrás de uma casa de carros e um terceiro grupo, encostados no muro, pela parte de dentro. Assim que Manoel José da Costa atravessou a porteira estes “cairam sobre ele e o mataram a bordoadas, e por fim não ficando ainda bem morto deram lhe um tiro”.

 

Liderados pelo escravo Ventura, o outro grupo seguira em direção à fazenda Bom Jardim, para ali fazerem o mesmo e darem prosseguimento à insurreição. Encontraram, pelo caminho, um agregado da mesma fazenda que se dirigia à Bela Cruz em busca de mantimentos. Os escravos o assassinaram, “sendo o Ventura que lhe deu o primeiro golpe mortal com sua foice e depois o acabou de matar Manoel das Vacas, com um porrete”. Ao chegarem nesta fazenda encontraram forte resistência por parte do proprietário e de seus escravos, sendo o líder Ventura ferido gravemente. João Cândido da Costa Junqueira já havia sido informado dos trágicos acontecimentos de Campo Alegre e Bela Cruz e, rapidamente, armou parte de sua escravaria de confiança e a reuniu em uma sala e ficou à espera dos insurgentes. A maioria dos escravos ficou trancafiado na senzala. Depois de um tempo, Ventura Mina e os insurgentes apareceram, sendo recebidos à bala, o que causou a imediata dispersão do grupo. As informações sobre os combates entre o fazendeiro e seu braço de escravos armados e os cativos insurretos foram escassas nos autos e não mereceram muita atenção nos relatos feitos pelas autoridades da época. O que se sabe é que esse confronto teve como resultado a morte do líder Ventura Mina e de mais quatro companheiros, João Inácio, Firmino, Matias e Antônio Cigano e o fim da revolta. A convocação da guarda nacional e o esquema repressivo foram acionados logo após esse último combate. Embora o líder tenha sido morto, havia um receio de que a insurreição se estendesse, uma vez que muitos escravos se embrenharam nas matas da região, sendo capturados alguns dias depois.

 

As fazendas Campo Alegre e Bela Cruz (esta última ainda se encontrada edificada, mas bastante modificada, no município de Cruzília) serviram de palco ao trágico acontecimento que, no plano da história, representou um marco das insurreições escravas na província de Minas Gerais e do Império. Para os descendentes dos Junqueira, um massacre, que, se pudessem, apagariam da memória. Para os escravos, representou uma tentativa desesperada e arriscada na busca da liberdade, com consequências também terríveis para dezenas deles.

 

Saiba mais na segunda parte do texto

 

Marcos Ferreira de Andrade é professor de História da Universidade Federal de São João del-Rei-UFSJ e autor do livro Elites regionais e a formação do Estado Imperial brasileiro: Minas Gerais – Campanha da Princesa (1799-1850). 2ª. Edição revista e atualizada. Belo Horizonte: Fino Traço, 2014, tese premiada em 2008 pelo Arquivo Nacional.

 

ANDRADE, Marcos Ferreira de. Rebeliões escravas na Comarca do Rio das Mortes, Minas Gerais: o caso Carrancas. Afro-Ásia. Salvador, nº 21-22 (1998-1999), 45-82.
REIS, João José Reis. Rebelião escrava no Brasil. A história da revolta dos Malês em 1835. Edição revista e ampliada. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
RIBEIRO, João Luiz. No meio das galinhas as baratas não têm razão. Rio de Janeiro: Renovar, 2005.

 

Fontes utilizadas: Escritório Técnico do IPHAN – Seção São João del-Rei: Processo-crime de Insurreição (1833), caixa PC 29-01; Inventário de José Francisco Junqueira, 1833; Petição de Antônio Resende (1848), cx. 05-14.

  • Fabio disse:

    Excelente texto, vou esperar a segunda parte. Mas o texto faz muita referencia a violência utilizada pelos escravos, e praticamente nada fala sobre a verdadeira violência que era a instituição escravista. E também não fala nada sobre como era a vida desses escravos nesta fazenda.

    • Marcos disse:

      Caro Fabio. Agradeço-lhe pelos comentários. Nas dimensões do texto, tive que fazer algumas escolhas.
      A ênfase na violência dos escravos foi proposital, pois a revolta de Carrancas não deixa de ser a nossa versão da revolta Nat Turner da Virgínia.
      Na segunda parte do texto, você verá que a punição que receberam também foi extremamente violenta. E sobre o cotidiano dos escravos, faço uma breve menção no primeiro e segundo parágrafos dessa primeira parte. Para maior aprofundamento dessas questões sugiro a leitura dos meus textos disponíveis na internet, incluindo o artigo da revista Afro-Asia, e também a segunda edição do meu livro. Reitero que todos os questionamentos são muito bem-vindos, pois estou trabalhando na escrita de um livro específico sobre a revolta.

  • Francisca Dutra disse:

    Marcos, que bela escrita romanceada. Pena não se tratar de ficção. Parabéns! Semana que vem envia o link novamente.

    • Marcos disse:

      Francisca, obrigado! De fato, trata-se de um dos capítulos mais dramáticos da história da escravidão no Brasil. E não é nenhuma ficção. É uma história que precisa ser conhecida do grande público.

  • Watson Lemos disse:

    Sensacional! parabéns ao artigo histórico, muito interessante! não conhecia o site.

  • Maria Leonia Chaves de Resende disse:

    Cumprimentos, Marcos! Seu trabalho é muito instigante!

  • Eneida Ferraz disse:

    Ontem me lembrei da Revolta de Carrancas a propósito da estréia do filme “O Nascimento de Uma Nação”. Parabéns, Marcos, pelo trabalho e pela publicação deste texto.

  • Vanessa Manes disse:

    Parabéns pela pesquisa e texto.
    É o relato mais completo, mesmo sendo conciso, que li até hj.
    Mapear e conseguir reconstruir as insurreições que o Brasil viveu é uma tarefa importante, principalmente aquelas que foram apagadas e esquecidas por razões óbvias.

    • Marcos disse:

      Cara Vanessa! Obrigado pelas palavras tão gentis!
      É muito bom saber que conseguimos passar para o leitor a densidade do acontecimento, mas de forma concisa e clara.
      E esse retorno de vocês é muito importante, pois estou estruturando um livro específico sobre a revolta.
      Divulgar o conhecimento produzido nas universidades é uma obrigação nossa.
      E nesse sentido quero parabenizar ao prof. Luciano Figueiredo, ao Gabriel e toda a equipe envolvida no projeto.
      E principalmente por disponibilizar, de forma tão cuidadosa, mas também atrativa, uma série de textos e documentos que estão disponíveis no site.

      • JONAS disse:

        Marcos,
        Essa fazenda Bom Jardim a qual se refere no texto ficava situada onde hoje é a cidade de Bom Jardim de Minas?

  • Gian brandao disse:

    Simplesmente espetacular. Que bom ter lido isso. Nos que pisamos essas terras não temos momento conhecimento do que aqui acontecei. Obrigado pelo texto

    • Marcos disse:

      Obrigado, Gian! A importância da pesquisa reside justamente nisso, quando podemos compartilhar com um público mais amplo. E também é muito importante esse retorno da parte de vocês, justamente no momento em que venho preparando um livro específico sobre a revolta.

  • Jair Luiz de Freitas disse:

    O texto é ótimo, professor. As descrições dos negros levando a revolta de uma fazenda à outra mostram o quanto eram emaranhados os laços de solidariedade e desunião dentro do cativeiro, quando Ventura mina tem auxílio de outros dois companheiros de eito para matar o filho do senhor, e, no mesmo instante, um dos escravos sai em galope em direção a sede para alertar os brancos, ou ainda quando os revoltosos conseguem a ajuda dos negros da Bela Cruz em matar os que estavam na casa e em armar tocaias para os que se aproximavam, ao mesmo tempo em que os senhores puderam confiar armas a alguns outros escravos da fazenda Bom Jardim. A sua artimanha em lidar com o caso de Carrancas tem demonstrado o quão elaborado eram os laços construídos por esses africanos e crioulos sob a escravidão. Aguardo a outra parte do texto. Abraço

  • Marcos disse:

    Caro Jair,

    realmente é necessário lidar com a complexidade das relações sociais tecidas entre os escravos levando em consideração a experiência do cativeiro. E temos que considerar que uma insurreição não era algo que fazia parte do cotidiano da escravidão. Era um empreendimento de alto risco que implicava em mortes de ambos os lados, como de fato implicou, de lutas sangrentas. Creio que os estudos de casos são essenciais para constatarmos as possibilidades e os limites da solidariedade entre os cativos, que muitas vezes fica reduzida a uma clivagem absoluta entre africanos e crioulos. E penso que em Carrancas essa solidariedade foi possível em virtude da revolta ter ocorrido em áreas rurais. Africanos e crioulos conviviam com muita proximidade, mas também havia disputas e lugares diferenciados no cotidiano da escravidão, conforme aparece na revolta de Carrancas. Obrigado pelos elogios e comentários!

  • Giovana de Cássia Ramos Fanelli disse:

    De tirar o fôlego! A maneira como escreve é absurdamente plástico. Vivenciei cada cena. Excelente trabalho.

    • Marcos disse:

      Cara Giovana,

      esse retorno do leitor é fundamental, pois demonstra que estou na trilha certa da narrativa da revolta. Obrigado!

  • Fernando dos Reis disse:

    Bom dia, Marcos. Sou pesquisador da família Junqueira e gostaria muito de falar com o sr. a respeito do crime de Carrancas. Aguardo contato, forte abraço.

  • Dalton Cipriani disse:

    Excelente terço.
    Já havia abordado este episódio com alguns turistas que visitam a região.
    Sempre interessante pra nós observar o desenvolvimento dos fatos que envolvem os escravos do ciclo do ouro e café.

    • Marcos disse:

      Prezado Dalton. Obrigado!
      Espero que o texto seja útil para a compreensão e a contextualização histórica correta desse importante capítulo da história da escravidão e das revoltas escravas ocorridas na década de 1830, no Império do Brasil.

  • Pedro disse:

    Excelente texto!

  • jair Wallace Dias disse:

    Este genocídio cometido pelos escravos nas Fazendas Campo Alegre
    e Bela Cruz. foi uma das principais revoltas de escravos ocorridas no
    Brasil, mas de pouco conhecimento do povo brasileiro. O trabalho
    que você realizou é extraordinário e de grande importância
    histórica para á atualidade e também para as gerações futuras.
    José Francisco Junqueira, foi o meu sétimo antepassado direto.

    • Marcos Ferreira Andrade disse:

      Prezado Jair,

      obrigado pelos comentários. Estou trabalhando na escrita de um livro específico sobre a revolta. Quando for publicado, divulgarei por aqui.

  • José Francisco Faraco disse:

    Excelente texto do professor Marcos Ferreira de Antrade

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