Revoltas

Inconfidência do Curvelo

Capitania de Minas Gerais (1720 – 1821)Arraial de Santo Antônio do Curvelo

Início / fim

1776 / 1776

Data aproximada

A expulsão dos clérigos da Companhia de Jesus por ordem do Marquês de Pombal em 1759 gerou insatisfação em alguns espaços da colônia. Em 1776, no arraial de Santo Antônio do Curvelo, o vigário Carlos José de Lima, o padre João Gaspar Barreto e outros dezesseis membros da elite local foram acusados de inconfidência. O vigário Carlos José de Lima foi denunciado ao referir-se ao soberano como “demente e pateta” por deixar Portugal ser governado pelo “homem mais cruel do mundo, o Marquês de Pombal”. Ao fim, quatorze pessoas foram presas pela culpa de inconfidência e enviadas a Lisboa.

Tipologia

Grupos Sociais

Motivo(s)

Consequência(s)

Soberania

Grupos sociais

Lideranças

Ações de protesto violentas

  • Ofensas Públicas

Repressão

Punição

  • Envio de presos para Metrópole

Bibliografia Básica

CATÃO, Leandro Pena. “Sacrílegas Palavras”: Inconfidência e presença jesuítica nas Minas Gerais durante o período pombalino”. Programa de Pós-Graduação em História da UFMG, 2005 (Tese de doutorado).

FIGUEIREDO, Luciano Raposo de Almeida. Pombal Cordial. Reformas, fiscalidade e distensão política no Brasil: 1750-1777. In: FALCON, Francisco & RODRIGUES, Cláudia (Orgs.). A “Época Pombalina” no mundo luso-brasileiro. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2015.

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