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Carta do Conde de Bobadela para Tomé Joaquim da Costa Corte Real de 1759

Resumo

O Governador da Capitania e Conde de Bobadela, Gomes Freire de Andrade, reporta ao secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em Lisboa, a destruição do segundo Quilombo do Ambrósio, do Quilombo da Parnaíba, do Quilombo de Bambuí e do Quilombo do Indaiá, localizados entre as capitanias de Goiás e Minas Gerais, na região do Alto São Francisco. O escrito aborda a devolução de mulheres aos seus proprietários, a transferência dos prisioneiros homens para a Capitania do Rio de Janeiro e o impasse entre o poder militar e os ritos legais. 

Artifícios da Narrativa

Como governador da Capitania, Gomes Freire informa os oficiais ultramarinos sobre a destruição de mocambos e a prisão de quilombolas, sugerindo expectativa de graça e reconhecimento régio a partir dos serviços prestados. 

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Informações

Documento possui 2 páginas

Revolta relacionada ao documento

Quilombo do Campo Grande

Local/Data do Documento

Minas Gerais
16 de dez. 1759

Autoria

Gomes Freire de Andrade

Governador da Capitania / Conde/Condessa

Destinatário

Tomé Joaquim da Costa Corte Real

Secretário de Estado da Marinha e Ultramar

Referência do documento original

Arquivo Nacional, Fundo Secretaria de Estado do Brasil, Códice 80, v. 09 -Correspondência ativa e passiva dos governadores nos anos de 1750-1752/ 1759

Referência do documento reproduzido

Freire, Karen Pessoa. Quilombos nas bordas do ouro: conflitos entre negros e agentes lusitanos pelo domínio do Campo Grande no século XVIII. Diss. Universidade de São Paulo, 2020, p 116.

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Como Citar

Gomes Freire de Andrade, Array, Array, "Ofício Sobre Destruição de Quilombos em Minas". Impressões Rebeldes. Disponível em: https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/documento/oficio-sobre-destruicao-de-quilombos-em-minas/. Publicado em: 04 de junho de 2026.

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