Data: 11/09/2017

Genealogias do nosso tempo: pobreza, trabalho e desigualdade

Sala 01 - 5 andar, Bloco O Campus Gragoatá - UFF. Niterói-RJ

11
set
2017

O grupo Paupertas (Cia das Índias-UFF), os laboratórios Escritas (UFF) e História Comparada sobre Desigualdades Globais (UFF), o Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC-UFF) e a rede Poverty Research Network convidam para o workshop Genealogias do nosso tempo: pobreza, trabalho e desigualdade, organizado com o intuito de correlacionar conceitos que pertencem ao léxico político contemporâneo, indicar alguns de seus desenvolvimentos genealógicos e refletir sobre os mecanismos produtores de pobreza e desigualdade.

 

 INSCRIÇÕES

As inscrições são feitas por meio do formulário cujo link está a seguir:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScjknpBCsXNmueDNuJgYjtO6O34DBNmmbbe92njDehTLgtopA/viewform?usp=sf_link

 

 

PROGRAMAÇÃO

09:30  Abertura

10:00-12:00  I. Pobreza e governabilidade

Poverty, Labour & Salvation: a deep history, Julia McClure (Warwick University – Glasgow University). Entre teólogos e humanistas: a tópica da esmola no debate moderno sobre pobreza no século XVI, Renato Franco (UFF). A denúncia da guerra à mendicância entre teologia moral e prudência política no século XVI, Silvia Patuzzi (UFF).

14:00-16:00  II. Pobreza e trabalho

A mineração nas Américas coloniais e a produção de desigualdades globais: considerações históricas e historiográficas, Leonardo Marques (UFF). André Rebouças: a seca do Nordeste (1876-1879). O início da política para os pobres. Políticas Públicas?, María Verónica Secreto (UFF). Contabilizando os custos da liberdade: o paradoxo da manumissão na história da pobreza e da desigualdade no Brasil, Jane-Marie Collins (University of Nottingham).

16:30-18:00  III. Pobreza e visualidade

Pobreza à vista, Bianca Freire-Medeiros (USP). Uma genealogia da pobreza no Rio de Janeiro oitocentista:  o tipo e a rua na Litografia Briggs, Maria Inez Turazzi (UFF).

18:00   Encerramento

Pobreza e migrações. O global e o local no trabalho forçado no Brasil contemporâneo, Norberto O. Ferreras (NEC-UFF).