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Equipe Editorial

Editores

Janaina Martins Cordeiro (UFF)
Lívia Gonçalves Magalhães (UNIMONTES)
Weder Ferreira da Silva (UFF)

Conselho Editorial

Daniel Aarão Reis (UFF)
Karla Carloni (UFF)
Gustavo Alonso (UNISINOS)
Marcelo Bittencourt (UFF)
Marcelo de Mello Rangel (UFOP)
Murilo Sebe (PUC-Rio)
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Renata Schittino (UFF)
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Conselho Consultivo

Marcelo Ridenti (UNICAMP)
Angela de Castro Gomes (FGV)
Paulo César Nascimento (UNB)
Danrlei de Freitas Azevedo (Uni-Rio)
Felipe Charbel Teixeira (UFRJ)

Chamada para Artigos

A Revista Contemporânea é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC), do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), que se dedica a tornar públicos trabalhos inéditos da comunidade acadêmica nacional e internacional sobre o mundo contemporâneo.

Convidamos autores a apresentarem seus artigos para os Próximos Dossiês da Revista.

 

2016. 1 – Violência política – teoria e história, Prazo final para envio de artigos: 28/02/2016

Organizadores:

Renata Schittino (UFF)

Gabriel Trigueiro (UFRJ)

Pensar o caráter político da violência significa em grande medida esboçar os fundamentos de sua legitimidade. A violência aparece de diversos modos na teoria política, nos acontecimentos históricos, nas concepções simbólicas. Temos uma história perpassada por guerras, revoluções, massacres, violência e terror. Se o século XIX poderia supor que a humanidade caminhava para um desfecho racional, tal formulação não seria mais plausível no século XX. As violências pululavam de todo lado. Genocídios, massacres, terrorismos. A civilização deixava atrás de si seus destroços, se quisermos lembrar a significativa imagem vislumbrada por Walter Benjamin. Diferentes formas e usos da violência viriam transformar aquele discurso da modernidade como um processo de pacificação. Se tomava forma a concepção segundo a qual a violência pode ser encontrada não apenas nas formas mais diretas e claras, mas está presente em todo lugar - nos fundamentos do Estado de direito, nos primórdios das formulações iluministas e humanistas. Michel Foucault não chega a inverter o pressuposto de Clausewitz, observando que a política é “a guerra continuada por outros meios”? -, por outro lado, houve também quem se manifestasse com vigor contra a identificação de poder e violência. Hannah Arendt será enfática nesse sentido sublinhado que “A forma extrema de poder é o Todos contra Um, a forma extrema da violência é o Um contra todos”.

A proposta desse Dossiê é discutir acerca do caráter teórico da violência política e das experiências de violência ao longo da história. Esperamos contar com artigos que se dediquem aos estudos de teorias políticas sobre a violência, tais como encontramos em Weber, Marx, Merleau-Ponty, Sartre, Fanon, Arendt, Foucault, Agamben, Benjamin, Schmitt, Girard, Jünger, dentre outros, bem como com estudos de situações históricas específicas, que tratem de compreender como as formas de violência aparecem, funcionam e se sustentam. Serão muito bem-vindos trabalhos que nos permitam entender como as pessoas optaram por e vivenciaram terrorismo, terror de estado, genocídios, colonização, guerras, revoluções, que permitam, portanto, a reflexão sobre a relação entre poder e violência nas mais diversas experiências de agressão, coação e uso da força.

Serão aceitos artigos em português, inglês e espanhol

Email: contemporânearevistanec@gmail.com

 

 

2016.2 – História e Relações internacionais, Prazo final para envio de artigos: 30/08/2016

Maiores informações no site: http://www.historia.uff.br/nec/

Dossiês Anteriores

Capa - Dossiê 1964-2014, 50 anos depois: a cultura autoritária em questão