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Revista Contemporânea Dossiê 7 Redemocratizações e transições políticas no mundo contemporâneo

Apresentação - Isabel Cristina Leite e Larissa Jacheta Riberti

 

Artigos:

1. "A Justiça de Transição e a Memória do autoritarismo em Portugal" - Filipa Raimundo | Resumo

2. "30 Anos da Transição no Brasil: luta de classes e dependência na constituição do Brasil contemporâneo" - Roberto Santana Santos | Resumo

3. "Memória política da redemocratização brasileira: aspectos institucionais e culturais" - Agripa Faria Alexandre | Resumo

4. "A admissão da reparação e da responsabilização: o caso DOI/CODI/II Exército e os desafios da Justiça de Transição" - Diego Oliveira de Souza | Resumo

5. "Sindicatos, intelectuales y dictadura en la Argentina durante la década del ’60. Perspectivas para un debate historiográfico a partir del caso de la CGT de los Argentinos" - Valeria Caruso | Resumo

6. "De la concertación a la Multipartidaria: el espacio político partidario en los albores de la transición a la democracia en Argentina (1980-1981)" - Adrián Velázquez Ramírez | Resumo

7. "A transição chilena e a “Constituição de Pinochet”: a busca de consensos em 1989" - Eric Assis dos Santos | Resumo

8. "Nacionalismo versus Democracia? A New Left Review e a questão nacional no Leste Europeu depois da Guerra Fria" - Ruben Maciel Franklin | Resumo

9. "Anistia, reparação e políticas de memória: breve análise do processo transicional brasileiro" - Fernanda Raquel Abreu Silva | Resumo

10. "Arena política: a campanha das Diretas Já sob a lógica da vigilância do DOPS-PE" - Thiago Nunes Soares | Resumo

11. "K – a negatividade a dar conta do real" - Júlia Manacorda | Resumo

12. "O caso da interdição do filme Pra frente Brasil e a continuidade da censura política às artes nos anos finais da ditadura militar brasileira" - Wallace Andrioli Guedes | Resumo

Data: 
22/07/2015
Edição: 
7
Ano: 
2015
Volume: 
1

Chamada para Artigos

A Revista Contemporânea é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC), do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), que se dedica a tornar públicos trabalhos inéditos da comunidade acadêmica nacional e internacional sobre o mundo contemporâneo.

Convidamos autores a apresentarem seus artigos para os Próximos Dossiês da Revista.

 

2016. 1 – Violência política – teoria e história, Prazo final para envio de artigos: 28/02/2016

Organizadores:

Renata Schittino (UFF)

Gabriel Trigueiro (UFRJ)

Pensar o caráter político da violência significa em grande medida esboçar os fundamentos de sua legitimidade. A violência aparece de diversos modos na teoria política, nos acontecimentos históricos, nas concepções simbólicas. Temos uma história perpassada por guerras, revoluções, massacres, violência e terror. Se o século XIX poderia supor que a humanidade caminhava para um desfecho racional, tal formulação não seria mais plausível no século XX. As violências pululavam de todo lado. Genocídios, massacres, terrorismos. A civilização deixava atrás de si seus destroços, se quisermos lembrar a significativa imagem vislumbrada por Walter Benjamin. Diferentes formas e usos da violência viriam transformar aquele discurso da modernidade como um processo de pacificação. Se tomava forma a concepção segundo a qual a violência pode ser encontrada não apenas nas formas mais diretas e claras, mas está presente em todo lugar - nos fundamentos do Estado de direito, nos primórdios das formulações iluministas e humanistas. Michel Foucault não chega a inverter o pressuposto de Clausewitz, observando que a política é “a guerra continuada por outros meios”? -, por outro lado, houve também quem se manifestasse com vigor contra a identificação de poder e violência. Hannah Arendt será enfática nesse sentido sublinhado que “A forma extrema de poder é o Todos contra Um, a forma extrema da violência é o Um contra todos”.

A proposta desse Dossiê é discutir acerca do caráter teórico da violência política e das experiências de violência ao longo da história. Esperamos contar com artigos que se dediquem aos estudos de teorias políticas sobre a violência, tais como encontramos em Weber, Marx, Merleau-Ponty, Sartre, Fanon, Arendt, Foucault, Agamben, Benjamin, Schmitt, Girard, Jünger, dentre outros, bem como com estudos de situações históricas específicas, que tratem de compreender como as formas de violência aparecem, funcionam e se sustentam. Serão muito bem-vindos trabalhos que nos permitam entender como as pessoas optaram por e vivenciaram terrorismo, terror de estado, genocídios, colonização, guerras, revoluções, que permitam, portanto, a reflexão sobre a relação entre poder e violência nas mais diversas experiências de agressão, coação e uso da força.

Serão aceitos artigos em português, inglês e espanhol

Email: contemporânearevistanec@gmail.com

 

 

2016.2 – História e Relações internacionais, Prazo final para envio de artigos: 30/08/2016

Maiores informações no site: http://www.historia.uff.br/nec/

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Capa - Dossiê 1964-2014, 50 anos depois: a cultura autoritária em questão