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História e Literatura

Revista Contemporânea

Dossiê História & Literatura

Ano 3, nº 4

 

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Dossiê

 Apresentação

Daniel Ferreira 

 

1) O fim da separação entre literatura e história

     Resumo

José Henrique de Paula Borralho

 

2) A escrita da História: distinções entre o texto literário e o texto historiográfico

      Resumo

Janote Pires Marques

João Carlos Rodrigues da Silva

 

3) O que fazer? Pais e filhos modernidade e revolução

     Resumo

Ana Carolina Huguenin

 

4) García Lorca anunciando a Guerra Civil Espanhola

     Resumo

Syntia Alves

 

5) Entre a Tradição e o Presente: Aspectos Filosóficos e Históricos do Doutor Fausto de Thomas Mann

     Resumo

Kaio Felipe

 

6) Cultura e Identidade: uma análise antropológica do conto “Esta casa abençoada” de Jhumpa Lahiri

     Resumo

Fernanda Pacheco da Silva Huguenin

 

7) Relações de gênero e masculinidades no romance Helena de Machado de Assis

     Resumo

Tânia Regina Zimmermann e Márcia Maria de Medeiros

 

8) A enunciação pornográfica no catecismo de Carlos Zéfiro

     Resumo

 Erika Cardoso

 

9) Entre o documento e a ficção: experimentalismo, denúncia e resistência na prosa de Ivan Angelo

     Resumo

Agnes Rissardo

 

10) Novas canções do exílio: História, poesia e memória do desterro na obra de Caetano Veloso e Gilberto Gil,1969-1972

       Resumo

 Júlio César Lobo

 

11) La noche de Tlatelolco: literatura de testemunho, construção narrativa e representação do movimento estudantil mexicano de 1968

       Resumo

 Larissa Jacheta Riberti

 

12) Romantismo, tempo e história moderna na obra “Os Filhos do Barro” de Octavio Paz

       Resumo

 Ival de Assis Cripa

 

13) Sarmiento e Hernández em diálogo: o universo da literatura gauchesca e o embate dos saberes no século XIX argentino

      Resumo

 Ivia Minelli

 

14) Buenos Aires como pátria: a questão do idioma argentino em Jorge Luis Borges

       Resumo

Pedro Demenech

 

15) Casa tomada: Julio Cortázar e o Peronismo através de Bestiário, 1951

       Resumo

 Marco Antonio Serafim de Carvalho

 

Artigos

Las Ordenanzas Militares de Carlos III en la justicia militar argentina: Segunda mitad del siglo XIX

Resumo

 Lucas Codesido

 

Resenhas

Oriente prospero, Ocidente preocupado

Gaio Doria

 

Expediente

Equipe organizadora do dossiê História & Literatura

Data: 
Ano 3
Edição: 
4
Autor|a|es|es: 
Ano: 
2013
Temas: 
Volume: 
2

Chamada para Artigos

A Revista Contemporânea é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC), do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), que se dedica a tornar públicos trabalhos inéditos da comunidade acadêmica nacional e internacional sobre o mundo contemporâneo.

Convidamos autores a apresentarem seus artigos para os Próximos Dossiês da Revista.

 

2016. 1 – Violência política – teoria e história, Prazo final para envio de artigos: 28/02/2016

Organizadores:

Renata Schittino (UFF)

Gabriel Trigueiro (UFRJ)

Pensar o caráter político da violência significa em grande medida esboçar os fundamentos de sua legitimidade. A violência aparece de diversos modos na teoria política, nos acontecimentos históricos, nas concepções simbólicas. Temos uma história perpassada por guerras, revoluções, massacres, violência e terror. Se o século XIX poderia supor que a humanidade caminhava para um desfecho racional, tal formulação não seria mais plausível no século XX. As violências pululavam de todo lado. Genocídios, massacres, terrorismos. A civilização deixava atrás de si seus destroços, se quisermos lembrar a significativa imagem vislumbrada por Walter Benjamin. Diferentes formas e usos da violência viriam transformar aquele discurso da modernidade como um processo de pacificação. Se tomava forma a concepção segundo a qual a violência pode ser encontrada não apenas nas formas mais diretas e claras, mas está presente em todo lugar - nos fundamentos do Estado de direito, nos primórdios das formulações iluministas e humanistas. Michel Foucault não chega a inverter o pressuposto de Clausewitz, observando que a política é “a guerra continuada por outros meios”? -, por outro lado, houve também quem se manifestasse com vigor contra a identificação de poder e violência. Hannah Arendt será enfática nesse sentido sublinhado que “A forma extrema de poder é o Todos contra Um, a forma extrema da violência é o Um contra todos”.

A proposta desse Dossiê é discutir acerca do caráter teórico da violência política e das experiências de violência ao longo da história. Esperamos contar com artigos que se dediquem aos estudos de teorias políticas sobre a violência, tais como encontramos em Weber, Marx, Merleau-Ponty, Sartre, Fanon, Arendt, Foucault, Agamben, Benjamin, Schmitt, Girard, Jünger, dentre outros, bem como com estudos de situações históricas específicas, que tratem de compreender como as formas de violência aparecem, funcionam e se sustentam. Serão muito bem-vindos trabalhos que nos permitam entender como as pessoas optaram por e vivenciaram terrorismo, terror de estado, genocídios, colonização, guerras, revoluções, que permitam, portanto, a reflexão sobre a relação entre poder e violência nas mais diversas experiências de agressão, coação e uso da força.

Serão aceitos artigos em português, inglês e espanhol

Email: contemporânearevistanec@gmail.com

 

 

2016.2 – História e Relações internacionais, Prazo final para envio de artigos: 30/08/2016

Maiores informações no site: http://www.historia.uff.br/nec/

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