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História e Esporte

Revista Contemporânea 6 - Dossiê História e Esporte

Apresentação – Lívia Gonçalves Magalhães

Artigos:

1. “À beira do precipício, o jogo do paradoxo. Uma leitura do livro Veneno remédio: o futebol e o Brasil, de José Miguel Wisnik” - Lucas Santiago Rodrigues de Nicola. | Resumo

2. “A organização da Federação Hípica Sul-Rio-Grandense (décadas de 1920 a 1940)” - Ester Liberato Pereira e Janice Zarpellon Mazo. | Resumo

3. “Esporte e cidade: o mundo do futebol a partir do sul catarinense/ 1910-1960” - Emerson César de Campos e Michele Gonçalves Cardos. | Resumo

4. “Guerra, masculinidades e estilos de jogo: narrativas da mídia esportiva brasileira sobre a Batalha de Rosário na Copa do Mundo de 1978” - Leonardo Turchi Pacheco | Resumo

5. “Memórias, tradição e sociabilidades: o surgimento da torcida garra tricolor em fortaleza” - Gisafran Nazareno Mota Juca e Caio Lucas Pinheiro. | Resumo

6. “O Brasil na Copa do Mundo de futebol de 1934: tensões entre amadorismo e profissionalismo e os efeitos do fracasso do scratch nacional” - Eduardo de Souza Gomes | Resumo

7. “O Independência e a dependência: análise histórica da cobertura jornalística em tempos de preparativos para a IV Copa do Mundo de futebol (1950) em Belo Horizonte/MG” - de Euclides de Freitas Couto, Marcus Vinícius Costa Lage e Karen dos Santos Lima. | Resumo

8. “Turnverein Estrela: Ginástica e esportes (1907-1930)” - Cecília Elisa Kilpp, Alice Beatriz Assmann, Janice Zarpellon Mazo | Resumo

Resenhas:

1. “Futebol-arte, Futebol-força: a bola e a política” - Thiago de Freitas.

2. “O resgate das crônicas de futebol de Mário Filho” - Ademir Luiz da Silva.

Dossiê 2 - História e Caricaturas

Organização: Mara Burkat

Introducción - Mara Burkart

1. Entre la política y el oficio: los dibujantes de la revista Primera Plana (1962-1969) - Amadeo Gandolfo | Resumo

2. Salvador Allende: Entre la caricatura y el monumento - Jorge Montealegre I | Resumo

3. Sábat, Landrú y Cascioli: La caricatura política durante la dictadura militar argentina (1976-1983) - Mara Burkart | Resumo

4. Al filo de la pluma: caricatura chilena en tiempos de dictadura - Lorena Antezana Barrios | Resumo

5. Rir para não esquecer: o humor como antídoto contra a tirania do esquecimento - Maria da Conceição Francisca Pires | Resumo

6. Caricatura política y humor: La revista El Dedo y la dictadura uruguaya - Marisa Silva Schulze | Resumo

Data: 
Ano 4
Arquivo: 
Edição: 
6
Ano: 
2014

Chamada para Artigos

A Revista Contemporânea é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC), do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), que se dedica a tornar públicos trabalhos inéditos da comunidade acadêmica nacional e internacional sobre o mundo contemporâneo.

Convidamos autores a apresentarem seus artigos para os Próximos Dossiês da Revista.

 

2016. 1 – Violência política – teoria e história, Prazo final para envio de artigos: 28/02/2016

Organizadores:

Renata Schittino (UFF)

Gabriel Trigueiro (UFRJ)

Pensar o caráter político da violência significa em grande medida esboçar os fundamentos de sua legitimidade. A violência aparece de diversos modos na teoria política, nos acontecimentos históricos, nas concepções simbólicas. Temos uma história perpassada por guerras, revoluções, massacres, violência e terror. Se o século XIX poderia supor que a humanidade caminhava para um desfecho racional, tal formulação não seria mais plausível no século XX. As violências pululavam de todo lado. Genocídios, massacres, terrorismos. A civilização deixava atrás de si seus destroços, se quisermos lembrar a significativa imagem vislumbrada por Walter Benjamin. Diferentes formas e usos da violência viriam transformar aquele discurso da modernidade como um processo de pacificação. Se tomava forma a concepção segundo a qual a violência pode ser encontrada não apenas nas formas mais diretas e claras, mas está presente em todo lugar - nos fundamentos do Estado de direito, nos primórdios das formulações iluministas e humanistas. Michel Foucault não chega a inverter o pressuposto de Clausewitz, observando que a política é “a guerra continuada por outros meios”? -, por outro lado, houve também quem se manifestasse com vigor contra a identificação de poder e violência. Hannah Arendt será enfática nesse sentido sublinhado que “A forma extrema de poder é o Todos contra Um, a forma extrema da violência é o Um contra todos”.

A proposta desse Dossiê é discutir acerca do caráter teórico da violência política e das experiências de violência ao longo da história. Esperamos contar com artigos que se dediquem aos estudos de teorias políticas sobre a violência, tais como encontramos em Weber, Marx, Merleau-Ponty, Sartre, Fanon, Arendt, Foucault, Agamben, Benjamin, Schmitt, Girard, Jünger, dentre outros, bem como com estudos de situações históricas específicas, que tratem de compreender como as formas de violência aparecem, funcionam e se sustentam. Serão muito bem-vindos trabalhos que nos permitam entender como as pessoas optaram por e vivenciaram terrorismo, terror de estado, genocídios, colonização, guerras, revoluções, que permitam, portanto, a reflexão sobre a relação entre poder e violência nas mais diversas experiências de agressão, coação e uso da força.

Serão aceitos artigos em português, inglês e espanhol

Email: contemporânearevistanec@gmail.com

 

 

2016.2 – História e Relações internacionais, Prazo final para envio de artigos: 30/08/2016

Maiores informações no site: http://www.historia.uff.br/nec/

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Capa - Dossiê 1964-2014, 50 anos depois: a cultura autoritária em questão
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