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Dossiê 1964-2014, 50 anos depois: a cultura autoritária em questão

Revista Contemporânea

Dossiê 1964-2014, 50 anos depois: a cultura autoritária em questão

Ano 4, nº 5

 

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Dossiê

ApresentaçãoJanaina Martins Cordeiro e Gustavo Alonso

1) A pretensão de legalidade do governo militar e a colaboração dos relatos do Jornal do Brasil em 1964Dayane Cristina Guarnieri

2) Formas del cambio, legitimidad y nuevo orden en Brasil (1964) y Argentina (1976)Florencia Lederman

3) História e memória do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região no regime civil-militarClaudiane Torres da Silva

4) O desenvolvimentismo de Antônio Delfim Netto: para além dos estigmas da “teoria do bolo”Felipe Marinelli

5) Ditadura, grandes projetos e colonização no cotidiano da TransamazônicaCésar Martins de Souza

6) Brasileiros na França: o exílio segundo a visão do Centro de Informações do Exterior (CIEX) entre 1966 e 1968Paulo César Gomes

7) Horizontes Revolucionários: A Cultura Política Guerrilheira Durante a Ditadura Civil-Militar BrasileiraIzabel Pimentel da Silva

8) A memória da Luta Armada através dos livros didáticosValesca de Souza Almeida

9) Reflexões sobre a representação da esquerda armada no cinema brasileiroWallace Andrioli Guedes

10) Caso Riocentro: Terror e violência no processo de abertura política brasileiroVitor Garcia Rodrigues dos Santos

11) A Marcha Contra a Farsa da Abolição na Transição Democrática (1988)Rodrigo Bueno de Abreu

12) Notas sobre a atuação dos familiares de mortos e desaparecidos políticos no Brasil, no Chile e no UruguaiCarlos Artur Gallo

13) El Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN) en El Salvador: de la revolución a la negociaciónCarmen Elena Villacorta

Artigos

1) Crítica benjaminiana sobre o problema da violência na esquerda francesa do pós-guerra e o caso do grupo Socialisme ou BarbarieGuilherme Bianchi Moreira

2) Sousândrade em 3D: Indianismo Romântico, Política Indigenista e Sujeitos IndígenasRamon Castellano

Resenhas

1) Sobre a curta duraçãoAlejandra Estevez (VILLA, Marco Antônio. Ditadura à brasileira: 1964-1985: a democracia golpeada à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014.)

2) Os incontáveis matizes de cinzaLuisa Quarti Lamarão (NAPOLITANO, Marcos. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014.)

3) Margens do passado, limites do presente? Identidade, democracia e ditadura na história recente do BrasilPedro Ivo Carneiro Teixeirense (AARÃO REIS, Daniel. Ditadura e Democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.)

Entrevistas

1) Cid Benjamin e Vladimir Palmeirapor Isabel Cristina Leite

2) Maurício Santoropor Gustavo Alonso, Janaina Cordeiro e Lívia Magalhães

3) Jorge Ferreirapor Karla Carloni

Data: 
Ano 4
Edição: 
5
Ano: 
2014

Chamada para Artigos

A Revista Contemporânea é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC), do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), que se dedica a tornar públicos trabalhos inéditos da comunidade acadêmica nacional e internacional sobre o mundo contemporâneo.

Convidamos autores a apresentarem seus artigos para os Próximos Dossiês da Revista.

 

2016. 1 – Violência política – teoria e história, Prazo final para envio de artigos: 28/02/2016

Organizadores:

Renata Schittino (UFF)

Gabriel Trigueiro (UFRJ)

Pensar o caráter político da violência significa em grande medida esboçar os fundamentos de sua legitimidade. A violência aparece de diversos modos na teoria política, nos acontecimentos históricos, nas concepções simbólicas. Temos uma história perpassada por guerras, revoluções, massacres, violência e terror. Se o século XIX poderia supor que a humanidade caminhava para um desfecho racional, tal formulação não seria mais plausível no século XX. As violências pululavam de todo lado. Genocídios, massacres, terrorismos. A civilização deixava atrás de si seus destroços, se quisermos lembrar a significativa imagem vislumbrada por Walter Benjamin. Diferentes formas e usos da violência viriam transformar aquele discurso da modernidade como um processo de pacificação. Se tomava forma a concepção segundo a qual a violência pode ser encontrada não apenas nas formas mais diretas e claras, mas está presente em todo lugar - nos fundamentos do Estado de direito, nos primórdios das formulações iluministas e humanistas. Michel Foucault não chega a inverter o pressuposto de Clausewitz, observando que a política é “a guerra continuada por outros meios”? -, por outro lado, houve também quem se manifestasse com vigor contra a identificação de poder e violência. Hannah Arendt será enfática nesse sentido sublinhado que “A forma extrema de poder é o Todos contra Um, a forma extrema da violência é o Um contra todos”.

A proposta desse Dossiê é discutir acerca do caráter teórico da violência política e das experiências de violência ao longo da história. Esperamos contar com artigos que se dediquem aos estudos de teorias políticas sobre a violência, tais como encontramos em Weber, Marx, Merleau-Ponty, Sartre, Fanon, Arendt, Foucault, Agamben, Benjamin, Schmitt, Girard, Jünger, dentre outros, bem como com estudos de situações históricas específicas, que tratem de compreender como as formas de violência aparecem, funcionam e se sustentam. Serão muito bem-vindos trabalhos que nos permitam entender como as pessoas optaram por e vivenciaram terrorismo, terror de estado, genocídios, colonização, guerras, revoluções, que permitam, portanto, a reflexão sobre a relação entre poder e violência nas mais diversas experiências de agressão, coação e uso da força.

Serão aceitos artigos em português, inglês e espanhol

Email: contemporânearevistanec@gmail.com

 

 

2016.2 – História e Relações internacionais, Prazo final para envio de artigos: 30/08/2016

Maiores informações no site: http://www.historia.uff.br/nec/

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