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	<title>Centro de estudos Russos &#124; CER &#187; Sem categoria</title>
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	<description>Centro de Estudos Russos &#124; CER</description>
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		<title>Editora Cosac Naify lança livro infantil de Tretiakóv, com ilustrações de Ródtchenko</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 15:38:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que dizer de um livro infantil russo nunca publicado no próprio país, com poemas de inspiração construtivistas e ilustrações em fotografias revolucionárias e inéditas feitas por Aleksandr Ródtchenko? Isso mesmo. Imitabichos chega ao Brasil após a bem-sucedida mostra em homenagem ao artista russo ocorrida na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no começo deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O que dizer  de um livro infantil russo nunca publicado no próprio país, com poemas de  inspiração construtivistas e ilustrações em fotografias revolucionárias e  inéditas feitas por Aleksandr Ródtchenko? Isso mesmo. <em>Imitabichos </em>chega  ao Brasil após a bem-sucedida mostra em homenagem ao artista russo ocorrida na  Pinacoteca do Estado de São Paulo, no começo deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O poeta e  dramaturgo construtivista Serguéi Tretiakóv, inconformado com o rígido sistema  educacional de seu país, escreveu nove divertidos poemas em homenagem aos seus  filhos. Publicados originalmente na revista <em>O pioneiro</em>, os poemas partem  da observação da brincadeira das crianças e convidam os leitores a participarem  de um grande teatro circense. Como num engraçado manual, os poemas ensinam o  leitor a recriar um animal a partir de objetos facilmente encontrados em casa.  Para ser uma foca, por exemplo, basta se enrolar num lençol e “nadar sem medo no  chão”. Uma tartaruga também é fácil de ser imitada: deve-se apenas colocar uma  bacia nas costas e rastejar lentamente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma  edição com ilustrações figurativas, desaprovadas pelo próprio Tretiakóv pois não  traduziam a estética construtivista, um amigo ilustre do poeta se encarregou do  trabalho. Ninguém menos que Aleksandr Ródtchenko, ajudado por sua mulher, a  também artista Varvara Stiepánova.</p>
<p style="text-align: justify;">Animado com  os recursos da fotografia e, ao mesmo tempo, indignado que a recente arte fosse  usada de maneira tão tradicional, Ródtchenko fazia estudos para conferir  movimento e multiplicar os pontos de vista em imagens estáticas. O material  deste livro, de fato, ajudou-o a enveredar por caminhos totalmente novos. Junto  à sua esposa, construiu maquetes de papel dos bichos e das crianças, a partir de  moldes geométricos. Colocando-as sobre uma mesa e incindindo luz, elas ganham  movimento através de um jogo de espelhos e sombra.</p>
<p style="text-align: justify;">Costumeiramente usado como suporte  para o desenho, o papel se torna, nas maquetes, um suporte para a imaginação  infantil. Como objeto tridimensional, no qual os efeitos de luz e sombra ganham  destaque, representou o cenário ideal para Ródtchenko fotografar e criar a  atmosfera teatral que o texto pedia. As diferentes cenas conformam um verdadeiro  circo de papel ao longo das páginas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em texto  exclusivo para a edição brasileira, o dramaturgo Jean-Pierre Ryngaert, autor de  <em>Jogar, representar </em>(Cosac Naify, 2009), revela essa dimensão e sua  relação com o <em>jogo</em>, ao comentar que Tretiakóv criou “poemas-esquetes”:  “Enquanto você joga, acredita na brincadeira; se deixar de acreditar, muda de  montaria, e, protegido por uma carapaça, volta a caminhar lentamente e a  recuperar o fôlego, como sua amiga, a tartaruga; ou então inventa tranquilamente  formas de papel”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Imitabichos</em> conta ainda com um posfácio,  ilustrado por fotos dos autores, do processo de trabalho e reproduções das  primeiras edições do livro. O texto detalha a interessantíssima história da  publicação, relacionando-a aos acontecimentos em torno do construtivismo, e  transcreve um longo depoimento do próprio neto de Ródtchenko, que testemunhou os  avós fazendo as maquetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Bilíngue, a  edição traz ao leitor brasileiro este material inédito, conta com a certeira  tradução de Rubens Figueiredo e inclui um encarte com moldes e instruções para  montar um cavalo e um cavaleiro. Uma curiosidade à parte é o papel das guardas,  um padrão que Varvara Stiepánova fazia para roupas de criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Este rico  conjunto faz de <em>Imitabichos</em> um livro-espetáculo em todos os sentidos –  além de uma enorme brincadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Imitabichos  continua sendo pioneiro, pois, contrariamente aos livros com fotos para crianças  da época, não tem o propósito de descrever a realidade, mas de dar confiança à  capacidade imaginativa das crianças. Essas imagens não são a ilustração de cada  cena, mas cada uma delas é um universo em si, que continua a se inventar; o que  o livro nos convida a fazer. Por si só.”</p>
<p style="text-align: right;"><em>Do posfácio de Odile  Belkeddar</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>A &#8220;Association for Slavic, East European and Eurasian Studies&#8221; lança novo boletim eletrônico. Confira!</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 17:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A AAASS, hoje chamada de ASEEES (Association for Slavic, East European and Eurasian Studies) está lançando o boletim eletrônico &#8220;NewsNet&#8221;, que traz notícias sobre ensino da Rússia, congressos, empregos etc. Abaixo segue o link para acessar a primeira edição do boletim:  http://www.aseees.org/newsnet/2011-05.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A AAASS, hoje chamada de ASEEES (Association for Slavic, East European and Eurasian Studies) está lançando o boletim eletrônico &#8220;NewsNet&#8221;, que traz notícias sobre ensino da Rússia, congressos, empregos etc. Abaixo segue o link para acessar a primeira edição do boletim: <br />
<a href="http://www.aseees.org/newsnet/2011-05.pdf" target="_blank">http://www.aseees.org/newsnet/2011-05.pdf</a></p>
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		<title>Falece Elena Bonner</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 17:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Elena Bonner, une figure majeure de la lutte pour les droits de l&#8217;Homme en URSS, est décédée samedi à Boston, à l&#8217;âge de 88 ans. Elle était mariée au prix Nobel de la paix et physicien nucléaire russe Andreï Sakharov, mort en 1989.   AFP &#8211; Elena Bonner, décédée samedi à Boston (Etats-Unis) à 88 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Elena Bonner, une figure majeure de la lutte pour les droits de l&#8217;Homme en URSS, est décédée samedi à Boston, à l&#8217;âge de 88 ans. Elle était mariée au prix Nobel de la paix et physicien nucléaire russe Andreï Sakharov, mort en 1989.<br />
</strong> <br />
AFP &#8211; Elena Bonner, décédée samedi à Boston (Etats-Unis) à 88 ans, a été pendant 20 ans une figure majeure de la lutte pour les droits de l&#8217;Homme en Union soviétique aux côtés de son mari, le Prix Nobel de la paix Andreï Sakharov. &#8220;En faisant le bilan aujourd&#8217;hui, je peux résumer ma vie en trois mots. Ma vie a été typique, tragique et belle&#8221;, avait-elle déclaré dans un discours prononcé à Oslo il y a deux ans.</p>
<p style="text-align: justify;">Elena est née en 1923 dans une famille de communistes convaincus. Son père, actif pendant la Révolution en Transcaucasie, est un responsable du Komintern (L&#8217;internationale communiste) ce qui permet à la jeune Elena de croiser dans l&#8217;appartement familial le futur maréchal Tito et Gueorgui Dimitrov, futur dirigeant communiste de la Bulgarie.</p>
<p style="text-align: justify;">Elena Bonner a 14 ans quand son père est arrêté en 1937, au plus fort des purges staliniennes. Il est fusillé l&#8217;année suivante. Sa mère, condamnée à huit ans de camp, passera au total 18 ans entre la prison, le camp et l&#8217;exil. Tous les deux seront réhabilités en 1954, après la mort de Staline.</p>
<p style="text-align: justify;">Engagée volontaire comme infirmière lors de la Seconde guerre mondiale, Elena Bonner est blessée à deux reprises. Après la guerre, elle devient pédiatre, se marie avec un médecin de Léningrad et a deux enfants, Alex et Tatiana, auprès de laquelle elle a vécu ces dernières années à Boston.</p>
<p style="text-align: justify;">Après la timide déstalinisation lancée par Nikita Khrouchtchev en 1956, Elena Bonner entre au Parti communiste, &#8220;la plus grande erreur de ma vie&#8221;, dira-t-elle des années plus tard. L&#8217;invasion par les chars soviétiques de la Tchécoslovaquie en 1968 met fin à ses espoirs de libéralisation du régime communiste et elle quitte le parti en 1972, un geste sacrilège alors en Union soviétique. A cette époque, Elena est engagée depuis plusieurs années déjà dans le mouvement des droits de l&#8217;Homme. C&#8217;est ainsi qu&#8217;elle rencontre Andreï Sakharov en 1970 à Kalouga, une petite ville à 100 km de Moscou, où tous les deux sont venus assister au procès de deux dissidents.</p>
<p style="text-align: justify;">En 1972, Elena Bonner épouse Sakharov, l&#8217;un des pères de la bombe à hydrogène soviétique, qui est déjà reconnu en URSS et en Occident comme l&#8217;un des symboles de l&#8217;opposition, avec l&#8217;écrivain Alexandre Soljenitsyne. &#8220;Nous étions des gens absolument libres dans un Etat absolument pas libre&#8221;, aimait rappeler Elena Bonner en évoquant ces années de lutte en commun avec Sakharov. Au sein du Groupe moscovite pour l&#8217;application des accords d&#8217;Helsinki, l&#8217;un des principaux groupes dissidents, Elena Bonner joue un rôle central: elle informe les journalistes étrangers des arrestations, des condamnations, des perquisitions et fait passer clandestinement de nombreux documents en Occident.</p>
<p style="text-align: justify;">Pendant des années, le KGB (services secrets et police politique soviétique) fait d&#8217;elle sa cible principale, évitant de s&#8217;attaquer de front à Sakharov: les origines juives de Bonner sont alors soulignées pour mieux l&#8217;accuser d&#8217;être au service de puissances étrangères et d&#8217;avoir &#8220;détourné du droit chemin&#8221; l&#8217;académicien Sakharov.</p>
<p style="text-align: justify;">En 1975, son mari ayant été empêché par les autorités soviétiques de se rendre à Oslo pour recevoir le prix Nobel de la paix, c&#8217;est elle qui le représente. En 1980, Sakharov est exilé à Gorki (aujourd&#8217;hui Nijni-Novgorod), ville interdite aux étrangers à 500 km à l&#8217;est de Moscou, pour avoir dénoncé l&#8217;intervention soviétique en Afghanistan. Elena devient alors le seul lien avec l&#8217;extérieur de Sakharov, en faisant des aller-retour entre Moscou et Gorki ponctués de nombreuses interpellations et fouilles par le KGB.</p>
<p style="text-align: justify;">En 1984, elle est à son tour condamnée à 5 ans d&#8217;exil à Gorki pour avoir &#8220;systématiquement diffusé des informations calomniant l&#8217;Union soviétique&#8221;. A son retour à Moscou avec Sakharov en 1987, après avoir été graciés par Mikhaïl Gorbatchev en pleine perestroïka, Elena continue son combat. Elle devient membre de la Commission pour les droits de l&#8217;Homme du président Boris Eltsine mais quitte ses fonctions en 1994 pour protester contre la guerre en Tchétchénie. Ces dernières années, Elena Bonner ne ménageait pas ses critiques envers l&#8217;actuel Premier ministre et ancien président Vladimir Poutine qu&#8217;elle considérait comme une menace pour les libertés et les droits de l&#8217;Homme en Russie.</p>
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		<title>Convite para Participação no Grupo de Trabalho &#8220;La Fabrique du Soviétique dans les Arts et la Culture&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 00:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cher(e)s collègues et ami(e)s Nous sommes en train de créer un groupe de travail autour du projet suivant : « La Fabrique du soviétique dans les arts et la culture », et nous invitons tous ceux d’entre vous qui travaillent sur ces sujets à se rapprocher de nous, s’ils le souhaitent. Il s’agit d’analyser et [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cher(e)s collègues et ami(e)s</p>
<p>Nous sommes en train de créer un groupe de travail autour du projet suivant : « La Fabrique du soviétique dans les arts et la culture », et nous invitons tous ceux d’entre vous qui travaillent sur ces sujets à se rapprocher de nous, s’ils le souhaitent.</p>
<p>Il s’agit d’analyser et de comprendre en quoi consistait la dimension purement soviétique des arts et de la culture, sur le territoire de la Russie, voire de l’ex-Union soviétique. Il faudrait comprendre comment et pourquoi cette dimension est apparue, quelles formes et conséquences elle a eues et a parfois encore.</p>
<p>Ce projet a été, en partie, inspiré par une réflexion sur la conférence qui vient de se tenir à l’Université européenne de Saint-Pétersbourg (UESpb) et était intitulée « Konstruiruja ‘sovetskoe’ ». Il s’inscrit dans l’histoire des arts, l’histoire des idées et l’anthropologie culturelle. Nous souhaiterions que des arts très divers soient explorés (littérature, théâtre, cinéma, peinture, architecture, sculpture, musique, mode, arts appliqués…)</p>
<p>Nous comptons présenter ce projet à la Fondation Maison des Sciences de l’Homme (FMSH) suite à l’appel à projets que celle-ci lance, avec la Fondation scientifique de Russie pour les Sciences humaines (RGNF). Pour cela, nous souhaitons constituer une équipe de chercheurs en France, et nous encourageons la création d’une équipe russe, se penchant sur les mêmes thématiques. Cette équipe française doit comporter, pour le projet FMSH, dix chercheurs (dont nous aimerions qu’ils représentent des arts, des approches et des institutions différentes). Toutefois, nous voulons que l’équipe ne se limite pas à ces dix personnes qui « porteront » le projet devant la FMSH, mais soit beaucoup plus large, ce qui garantit la richesse du travail qui sera ainsi mené en commun.</p>
<p>Nos activités s’articuleront autour de séminaires, de journées d’études et de colloques (en fonction des budgets), et déboucheront sur des publications communes.</p>
<p>Dans un premier temps, nous souhaiterions donc recenser ceux d’entre vous qui travaillent sur des thématiques s’inscrivant dans notre projet, et qui souhaiteraient rejoindre notre groupe. Si cela vous intéresse, pourriez-vous nous envoyer, si possible avant le 1er septembre 2010 (le projet doit être déposé avant le 30 septembre), un texte court, pour nous dire ce sur quoi vous travaillez actuellement, avez travaillé et/ou voulez travailler, et qui s’inscrit dans notre projet, et l’accompagner, le cas échéant, d’une bibliographie de vos travaux.</p>
<p>Parallèlement, nous sommes en train de définir des axes d’études plus précis, que nous vous communiquerons, une fois le projet « ficelé ».</p>
<p>En attendant vos réactions, nous vous souhaitons, cher(e)s collègues et ami(e)s, d’excellentes vacances, à la fois fructueuses, reposantes et dépaysantes!</p>
<p>Amicalement</p>
<p>Marie-Christine Autant-Mathieu (CNRS / Arias) &#8211; <a href="mailto:autant.mathieu@wanadoo.fr" target="_blank">autant.mathieu@wanadoo.fr</a><br />
Cécile Vaissié (Université Rennes 2) – <a href="mailto:cecilevaissie@yahoo.fr" target="_blank">cecilevaissie@yahoo.fr</a></p>
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		<title>Os Arquivos Sonoros da Europa do Gulag</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 00:12:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Les émissions réalisées par Valérie Nivelon, dans le cadre de  « la marche du monde » sur RFI, à partir du projet soutenu par l&#8217;ANR « Les Archives Sonores de l’Europe du Goulag » et coordonné par le Cercec, seront rediffusées cet été, les dimanches suivant, à  9h30 et à 15h30. Dimanche 25 juillet Goulag, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Les émissions réalisées par Valérie Nivelon, dans le cadre de  « la marche du monde » sur RFI, à partir du projet soutenu par l&#8217;ANR « Les Archives Sonores de l’Europe du Goulag » et coordonné par le Cercec, seront rediffusées cet été, les dimanches suivant, à  9h30 et à 15h30.</p>
<p>Dimanche 25 juillet<br />
<strong>Goulag, les nationalistes racontent</strong><br />
Lorsqu’ils arrivent dans les camps du Goulag, Véra Chopik, nationaliste ukrainienne, arrêtée et déportée à l’âge de 21 ans et Antanas Seikalis, résistant lituanien, condamné à 10 ans de camp en 1950 découvrent toutes les nationalités du Goulag, des hommes et des femmes qui ont résisté à l’invasion soviétique.<br />
Avec Marta Craveri et Marc Elie, CERCEC.</p>
<p>Dimanche 1 Août<br />
<strong>Goulag, les enfants racontent</strong><br />
Yaroslav, Silva et Klara sont ukrainien, lettone et hongroise, déplacés avec leur famille ou encore condamnée comme Klara à l’âge de 14 ans, ils ont grandi au Goulag. Une expérience à la fois douloureuse et intense, avec laquelle ils ont dû se construire.<br />
Avec Alain Blum et Anne-Marie Losonczy, CERCEC et EPHE.</p>
<p>Dimanche 8 Août<br />
<strong>Goulag, les « déportés pour la vie » racontent<br />
</strong>Au Kazakhstan et en Sibérie, Andreï Ozerovski, Josas Milautskas et Eléna Talanina, déplacés par les soviétiques après 1945, font partis de celles et de ceux qui sont devenus des déportés pour la vie, car ils ne sont jamais rentrés dans leur pays d’origine.<br />
Avec Emilia Koustova et Isabelle Ohayon, CERCEC</p>
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		<title>Corretor Gramatical Online de Russo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 00:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Corretor Grmatical Online de Russo é uma ferramenta gratuita que está disponível no site http://www.spellchecker.net/spellcheck/russian_spell_checker.html. Para ser utilizado, basta inserir o texto no box especificado e o corretor mostrará os erros em vermelho. Ao clicar com o mouse direito nas palavras vermelhas, ele disponibilizará a forma correta das mesmas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  Corretor Grmatical Online de Russo é uma ferramenta gratuita que está  disponível no site <a title="Corretor Gramatical Online de Russo" href="http://www.spellchecker.net/spellcheck/russian_spell_checker.html" target="_blank">http://www.spellchecker.net/spellcheck/russian_spell_checker.html</a>.  Para ser utilizado, basta inserir o texto no <em>box </em>especificado e o corretor mostrará os erros em vermelho. Ao clicar com o mouse direito nas palavras vermelhas, ele disponibilizará a forma correta das mesmas.</p>
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